Esse é um assunto que nunca vai acabar, é ate engraçado pensar que daqui a um século os carros estarão flutuando e ainda sim os homens vão insistir em dizer que as mulheres não nasceram pra dirigir; é da natureza masculina tentar inferiorizar as mulheres, mas o que nós não entendemos é o porquê, mas talvez não seja tão difícil assim de achar a resposta.
Hoje em dia temos mulheres que dirigem ônibus, taxis, caminhões e ate algumas que são pilotos de Stock Car, mas até 30 anos atrás apenas os homens dirigiam não havia um publico feminino automobilístico; os homens estavam tão acostumados a “comandar” as ruas que provavelmente se sentiram injustiçados ao ter que dividir mais um direito com as mulheres, assim como foi o direito de estudar, de votar e etc.

Esse ciúme em si é uma incrível forma de mostrar certa insegurança, ”Se nós mulheres fizermos de tudo, pra que iremos precisar dos homens?”, pra uma coisa eu sei são indispensáveis mas não é com isso que eles se preocupam, o maior medo também é da real troca de papeis onde os homens cuidam da casa e a mulher trabalha fora, para alguns esse é o “fim da picada” (só agora eu pude entender o real sentido desse termo), mas outros trouxeram esse cotidiano para suas vidas e estão muito bem.
Uma análise do DETRAN sobre o total de multas aplicadas no Rio de Janeiro confirmou que mulheres costumam ser mais prudentes ao volante que os homens, mas, num ponto, elas têm atitudes de maior risco: falam mais ao celular quando estão dirigindo, fazendo com que liderem as estatísticas para esse tipo de infração. Segundo o departamento de estatística do DETRAN, as multas por falar no celular ao dirigir são divididas em 55,7% para mulheres e 44,3% para os homens.
As mulheres mais novas são as que lideram esse publico automobilístico já ás que estão acima dos 30 tem problemas maiores de ansiedade para com a direção, porém isso não nos impedirá de sair pela estrada a fora tomando conta das ruas do nosso “Rhio”.
Vou terminar essa matéria com uma dica de um livro:

Um Rio de Mulheres
Depois da grande ousadia de registrar em um dicionário (Dicionário Mulheres do Brasil - Editora Zahar), a vida de mulheres que participaram da construção da história do nosso país.
Os autores Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil lançam agora Um Rio de Mulheres - A Participação das Mulheres Fluminenses na História do Estado do Rio de Janeiro.
Vale a pena!
Um abraço e até semana que vem!
Karine Rocha
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Tags: Constante, DETRAN, Direção, Homem, Mulher, Perigo, Volante |

9 de junho de 2008 às 1:51
e por falar em mulher no volante…
eu sou uma boa motorista tá?! rs..
gostei da matéria! :)